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22 abril 2014

Os turbantes de Thaís Muniz

Aí, aí, que todo dia que encotramos um referencial novo, ficamos por horas derretendo de amor. risos.

Sim, encontramos um projeto lindo, chamado Turbante.se da artista/designer/pesquisadora/multi-mulher Thaís Muniz.
Thaís utiliza dos turbantes afro em suas performances, cria estampas a partir de suas pesquisas estéticas e re-significa o uso, resgatando assim memórias. Utiliza o adorno como um elemento importante e fundamental para as políticas de afirmação na cultura afro.
Mas como ela faz isso?
Simples, troca amarrações de turbantes (feitos por ela) por sorrisos, gesto que fotografa com uma espécie de polaroid, e assim, nos encanta.












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13 março 2014

Fernanda Magalhães, e o corpo da mulher gorda.

Ai... Ai...
Começo o post de hoje com um suspiro. Um sopro de tranquilidade e encantamento, pois hoje vamos falar de Fernanda Magalhães, entre a Negahamburger e a minha querida Bailarina Priscila de Morais que não se tornou bailarina Clássica, surgiu mais uma artista no top 10 de cantinhos afetivos no meu coração (sim hoje estou mimimi)
Conheci ontem o trabalho da Fernanda, me encheu os olhos com tanta verdade no processo criativo, utilizando de performances, fotografia, colagem, instalações e vídeo arte, fala de sí, e não fala de sí como estrangeira, o que me faz acreditar mais ainda que arte é um processo de auto-conhecimento.
Depois de um dia inteiro de aula, reuniões e papos sobre arte em casa (sim eu moro com pessoas sensacionais) ganhei - ao invés de perder - alguns minutos para estudar sobre essa Brasileira linda que rompe e fala muito, mas muito bem mesmo de ser mulher, dos padrões estéticos e das dificuldades e alegrias do ser gorda.
E fica a dica para curitibanos, ela está lá no MON.












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10 janeiro 2014

Maria Coma, em um ensaio sobre a vida.

Mais uma mocinha aprontando (e muito bem) por aí, Maria Coma de Barcelona, que assoprou apenas 22 vezes as velinhas de aniversário. Essas meninas causam inveja em qualquer um...
A fotografia tem sido um amuleto afetivo para os artistas que tem dificuldade de falar ou escrever, imagino que para Coma, não seja diferente, já me deparei com alguns colegas de profissão que dizem utilizar da imagem como uma espécie de terapia de auto-conhecimento (Gio Soifer que o diga - em breve teremos um post dela aqui), e isso tem se repetido desde nossa querida e libertadora Francesca Woodman (que logo teremos um post aqui também). 
Mas vamos voltar ao ensaio ao ensaio deste post,  neste último trabalho intitulado como "Red Sand" / Areia Vermelha, fala poéticamente dos dramas da vida, preocupações e coisas que passam despercebidas na rotina. 
Lindo não?!  











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13 dezembro 2013

Vamos falar de tecnologia, vamos falar de tekpix

Sim, temos mais uma geniazinha que possivelmente é contra toda essa tecnologia que nos engole, e sim, ele dá conta muito bem de seus trabalhos. Addie Wagenknecht, guardem este nome.
Separamos aqui alguns de seus trabalhos, e percebemos o quanto ela faz um "paralelo"entre arte e produto.

Asymmetric Love Number 2, é duplo de uma re-leitura sobre um lustre barroco, como item "decorativo"/ iconico, feito com câmeras de vigilância que representam o poder sobre seres versus produto, para nos trazer a sensação de conforto e desconforto.

Anonymity
Sim, pra mim essa peça é a mais genial, como assim? É só um quadradinho de mdf preto, e daí? E daí que a artista cria a acessório de anonimato, um plágio sobre as cenas onde não se pode mostrar a identidade das pessoas - como no jornal por exemplo.

Registro de uma performance feita com estes objetos, através de câmeras de segurança.

Brbxoxo
Sim, ela criou um site de pesquisas, uma espécie de sexcam, onde só se consegue ter acesso, quando os performer's estão ausentes.


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18 novembro 2013

O mimimi afetivo em Love-ism



Quem nunca amou na vida que levante a mão. 
Sim, o amor é uma questão universal, independente da forma, classe, gênero e opção. Sabendo disso o coreógrafo Mor Chani,  estudou e se inspirou no livro " Arte de Amar ", de Erich Frommcriou, criando assim o projeto Love-ism, a concepção veio com a parceria com o fotógrafo Paul Sixta, resultando em uma série de video-dança, onde os performers identificam e representam todas as formas de amar, desconstruindo a profanação do ato sexual, inclusive. 
O trabalho ainda está em andamento, mas já está delimitado em: o amor fraterno , o amor paternal, o amor erótico, o amor-próprio e o amor de Deus.
Sendo assim, só podemos terminar este post com a frase quase clichê mas totalmente necessária "mais amor, por favor". 















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14 novembro 2013

Tesouras pontiagudas penduradas no teto


Quando ví  "'The Mending Project", lembrei imediatamente de meu amigo Guy Veloso (do qual faremos um post aqui, logo menos), ele me dizia "Tesouras penduradas pelo teto, Miri". E em uma das obras geniais de Beili Liu consigo entender exatamente o que ele queria dizer.
A artista sugere em seu trabalho uma relação de violência e perigo, o medo é criado pela atmosfera, afinal são tesouras chinesas pontiagudas, apontadas para ela. Em contra partida, ela realiza uma tarefa silenciosa, calma e simples, de remendar tecidos brancos, estes entregues a ela através espectadores que chegam no espaço, em uma construção poética que nos deixa pensar sobre uma infinidade de coisas, inclusive sobre nosso papel na sociedade. 












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