08 novembro 2013
Tem gente viajando no passado
Quem não gostaria de viver momentos históricos? e como seriam essas fotos se fosse possível?
Então foi o que a fotógrafa húngara fez. Escolhendo algumas fotos históricas e colocando ela mesmo nessas fotos segurando um dispositivo digital (câmera ou celular), Borsis fez uma sacada genial, de forma sarcástica e um pouco de humor, critica essa obsessividade das pessoas ter que registrar tudo que ver pela frente. Tudo para "agregar valores no passado" (ha-ha-ha-ha!)
Conheça mais o trabalho da artista: www.facebook.com/floraborsiphotography

© Coletivo Marquise - 2013 - Creative Commons - Atribuição - NãoComercial - SemDerivados
07 novembro 2013
O nham nham cromático de Sophie Calle
Sim, é ela, e como é divicil escrever sobre ela, afinal antes de falar sobre a obra da artista, devo lembrar de a trajetória brilhante dela, não tem uma obra que não seja grandiosa, no sentido de ser.
Calle trabalha com as experiências poéticas da rotina, transforma aquilo que é habitual em arte, talvez porque pense que a vida em sí já é arte.
No trabalho que vamos ver hoje, Chromatic Diet, de 1998, ela brincou com comida, no bom sentido de brincar e experienciar. Durante 6 dias, se alimentou a cada dia com alimentos da mesma cor, tornando seu trabalho uma estratégia artística de viver, utilizando a fotografia como suporte estético conceitual.
Coraçõezinhos pra ela. <3
Fonte: A fotografia como arte contemporanea de Charlotte Cotton
© Coletivo Marquise - 2013 - Creative Commons - Atribuição - NãoComercial - SemDerivados
Guerra de brinquedos, a visão dos inocentes
Em zonas de guerra não sabemos o que é ter paz em uma constante ameaças de bombas, mísseis, invasões e tiroteios. WAR-TOYS é um projeto do fotógrafo Brian McCarty que mostra na visão das crianças o que são realmente esses artefatos de guerra através de brinquedos. As fotos são inspiradas nos desenhos dessas crianças que vivem nas áreas de conflito como Cisjordânia, Gaza e Israel. Impressionante o que um jogo de perspectiva pode trazer um 'realismo', ainda mais vindo da imaginação das crianças.
Por curiosidade essas fotos foram tiradas nessas zonas de guerra que algumas vezes durante a sessão das fotos era possível ouvir tiroteios e granadas ( Clique aqui para ver o video )
Confira mais sobre esse projeto aqui: www.wartoysproject.com
06 novembro 2013
Nollywood fica logo alí.
Se tem um cara que faz nossos (pelo menos os meus) estereótipos caírem por terra é Pieter Hugo, conheci ele e seu trabalho na sétima edição do Paraty em Foco. Quando anunciaram um sul africano, me empolguei, pensei, lá vem um trabalho "pretinhosidade"com um ser Odara - quem me conhece, sabe que é assim que chamo carinhosamente os trabalhos relacionados a negritude - acontece que quem sobe no palco é um cara de quase 2 metros de altura, louro, e com dois olhos azuis, brilhantes de tão claros. Pensei comigo "Oi?"...
Ele apresentou uns 3 trabalhos, mas o que mais me marcou foi Nollywood, primeiramente por eu não ter noção da existência de uma industria de cinema independente africana, que leva pra casa o terceiro lugar em produção mundial.
Sim, alí naquele continente maravilhoso, são produzidos cerca de 1.000 filmes "na ruteza" anualmente.
E... O mais bonito é que em Nollywood a gente consegue ver (e muito bem), como funciona a auto-representação afro.
Tá e o Pieter Hugo? Então, ele documentou isso!
Fim!
Ele apresentou uns 3 trabalhos, mas o que mais me marcou foi Nollywood, primeiramente por eu não ter noção da existência de uma industria de cinema independente africana, que leva pra casa o terceiro lugar em produção mundial.
Sim, alí naquele continente maravilhoso, são produzidos cerca de 1.000 filmes "na ruteza" anualmente.
E... O mais bonito é que em Nollywood a gente consegue ver (e muito bem), como funciona a auto-representação afro.
Tá e o Pieter Hugo? Então, ele documentou isso!
Fim!
© Coletivo Marquise - 2013 - Creative Commons - Atribuição - NãoComercial - SemDerivados
05 novembro 2013
Homo Animatus, o esqueleto dos personagens de desenho animado.
Canis Latrans Animatus (O Coiote), Geococcyx Animatus (O Papaléguas) e Lepus Animatus (O Pernalonga) são alguns dos esqueletos que o artista coreano Hyungkoo Lee montou, que nada mais e nada menos são personagens de desenho animado.
Confere aqui mais trabalhos do artista: www.minch.org
© Coletivo Marquise - 2013 - Creative Commons - Atribuição - NãoComercial - SemDerivados
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